O oxigênio é uma necessidade básica para todos; o ar que respiramos contém 21% de oxigênio — quantidade suficiente para pessoas que possuem pulmões saudáveis e para a maioria que possuem problemas respiratórios. Porém, para alguns, a captação do oxigênio pelo ar é mais trabalhosa e, acabam precisando de oxigênio extra para manter suas funções vitais normais — sem a oxigenação adequada órgãos como os rins, coração e cérebro podem não funcionar corretamente.

Geralmente, a oxigenoterapia é usada por pacientes com doenças pulmonares crônicas — como enfisema pulmonar, bronquite crônica e asma grave.

A oxigenoterapia repõe a falta de oxigênio no sangue e ajuda essas pessoas a viverem com mais qualidade de vida; com o oxigênio normalizado, as pessoas que fazem uso dele se beneficiam com a melhora da atividade pulmonar, do sono, memória, disposição e até no humor.

Depois de diagnosticado e prescrito para o uso de cilindro de oxigênio , todos que manusearem o aparelho devem tomar alguns cuidados. Tanto em casa, quanto no hospital, essas precauções não devem ser deixadas de lado.
1. Certifique-se que os cilindros de oxigênio estejam sempre em locais limpos, longe de raios solares e protegidos de qualquer fonte de calor;
2. Os cilindros devem SEMPRE ser usados e armazenados na posição vertical, de preferência em carrinhos que facilitam no transporte do mesmo.
3. Todo cilindro, cheio ou vazio, deve estar com seu capacete de proteção — quando não conectado a sua válvula reguladora — para evitar acidentes por impacto causados pela rápida liberação da pressão.
4. Verifique frequentemente, com espuma de água e sabão, se existe vazamento de gás nas uniões das mangueiras, maçaricos, válvulas e cilindros.
5. Verifique se os cilindros estão devidamente identificados por rótulos e símbolos de risco.