O Concentrador estacionário de oxigênio é necessário para pessoas que possuem algum tipo de deficiência ou insuficiência resporatória que faz com que o corpo receba menos do que os 88% de oxigenação recomendados para que o organismo funcione corretamente. Algumas doenças favorecem quadros de insuficiência de O2 como é o caso das DPOCs, fibrose pulmonar, displasia broncopulmonar, entre outros quadros.

Para saber se o paciente de fato precisa da suplementação de oxigênio, é indicado que a pessoa passe por um exame chamado polissonografia, que mede os níveis de oxigenação do organismo durante o sono. Esse exame é geralmente feito já com o uso do CPAP. É que, se mesmo assim os níveis de oxigênio do paciente permanecerem abaixo do recomendado, é necessário recorrer a um concentrador de oxigênio.

O Concentrador estacionário de oxigênio é prescrito pelo médico, e os níveis de oxigênio são ajustados no próprio aparelho. A quantidade recomendada de oxigênio para cada paciente é medida através de um exame chamado gasometria arterial, ou mesmo através de um oxímetro de pulso.

Como funciona um concentrador de oxigênio?

Os concentradores de oxigênio funcionam filtrando o ar presente no ambiente e fornecendo ao paciente apenas o oxigênio puro. O ar entra no aparelho e passa por um filtro que descarta partículas, bactérias e vírus. Após essa etapa, o ar filtrado passa por um compressor rotativo e depois por um filtro de zeolite, onde o nitrogênio é absorvido. O ar que respiramos, vale lembrar, é composto por 79% de nitrogênio, mas apenas o oxigênio é absorvido. O oxigênio restante do ar é então armazenado em um reservatório e em seguida vai para um fluxomêtro, que permite que a quantidade que é fornecida ao paciente seja controlada.

Estacionário

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